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briga na justiça

Taylor Swift doa 250 mil dólares para ajudar Kesha em batalha judicial contra Dr. Luke

Redação/RedeTV!

Kesha e Taylor Swift (Fotomontagem)

Taylor Swift doou 250 mil dólares (o equivalente a 1 milhão de reais) para ajudar Kesha em seu processo contra seu ex-produtor Dr. Luke. A cantora o acusa de abuso sexual, físico e mental. Além disso, ela quer se ver livre de seu contrato com o produtor.

A mãe de Kesha confirmou a informação no Twitter e aproveitou para agradecer a estrela pela doação. "Taylor Swift doou generosamente 250 mil dólares a Kesha para mostrar seu apoio durante estes tempos difíceis. Maravilhoso!", escreveu.



Demi Lovato, no entanto, parece não ter concordado plenamente com atitude de Taylor e sugeriu em alguns tuítes que a doação foi feita apenas com a intenção de autopromoção.  "Leve algo para Capitol Hill ou realmente fale sobre alguma coisa e assim eu vou ficar impressionada", escreveu ela parecendo referir-se ao repaldo financeiro dado por Taylor.

Na última sexta-feira (19), Kesha perdeu a primeira liminar do julgamento contra Dr. Luke. O juiz determinou "não razoável" desfazer um contrato tão negociado. Agora, a cantora precisa reunir provas de que foi abusada pelo ex-produtor para ter chances de vencer a causa.

Na ocasião, a decisão favorável do juiz a Dr. Luke causou revolta na internet. Desde o fãs a celebridades da música como Lorde, Lily Allen e Lady Gaga se manifestaram nas redes sociais indignadas com resultado do julgamento.

Entenda o caso

Kesha, de 27 anos, cujo nome verdadeiro é Kesha Sebert, acusou Dr. Luke de abuso sexual, físico, verbal e emocional em uma ação civil apresentada ao Tribunal Superior de Los Angeles.
O processo imputa a Dr. Luke, cujo nome verdadeiro é Lukasz Gottwald, ter forçado Kesha a "usar drogas e álcool para se aproveitar sexualmente dela enquanto estava intoxicada".
O produtor de 41 anos, responsável por sucessos de cantoras como Katy Perry e Miley Cyrus, reagiu com sua própria ação civil no Supremo Tribunal do Estado de Nova York acusando Kesha e sua mãe, Pebe Sebert, de difamação e de violação e interferência contratuais.
O processo culpa ambas por orquestrarem uma campanha para publicar "acusações falsas e chocantes" contra Dr. Luke como forma de induzi-lo a liberá-la de seu contrato.
Kesha, que chegou ao topo das paradas norte-americanas com "Tik Tok" e "We R Who We R", que Dr. Luke ajudou a compor e produzir, tem um contrato de gravação com a produtora e a gravadora de Dr. Luke desde 2005.

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