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Mais uma polêmica!

Ratinho rebate críticas de Wagner Moura ao ex-presidente Jair Bolsonaro: "Cala a boca"

Redação RedeTV!

O apresentador exaltou atuações em "Tropa de Elite" e "Narcos", mas reprovou comentários do ator durante programa americano 

(Foto: Reprodução/Redes sociais)

A divergência pública entre o apresentador Ratinho e o ator Wagner Moura marcou a pauta do entretenimento e da política na noite desta segunda-feira (16). O comunicador utilizou seu espaço televisivo para criticar o baiano, que cumpre agenda de divulgação do filme "O Agente Secreto" visando a temporada do Oscar nos Estados Unidos.

O jornalista iniciou sua fala reconhecendo a trajetória profissional do artista, citando papéis de destaque no cinema e no streaming. "Aquele menino que disputou o Oscar e perdeu, o Wagner Moura, conheço como Capitão Nascimento, um baita de um ator, depois foi o que fez um outro dos narcotraficantes, o Pablo Escobar, sensacional, é um baita de um ator", afirmou.

O tom da declaração mudou quando o apresentador passou a questionar as recentes críticas feitas pelo ator ao ex-presidente Jair Bolsonaro em território estrangeiro. De forma direta, Ratinho pediu que o artista cesse os comentários políticos de oposição ao antigo mandatário.

"O Wagner, esquece o Bolsonaro, cara. Para de falar dele. Qual o motivo de falar dele? O cara tá doente, quase morrendo e você falando mal do cara nos Estados Unidos. Cala a sua boca, por**. Que isso? Fala outra coisa", disparou o comunicador durante a transmissão.

Ele defendeu a separação entre a carreira artística e a militância política, pregando a unificação do país. Segundo o contratado do SBT, o debate eleitoral deve ficar restrito aos períodos de votação para evitar o acirramento de ânimos entre a população brasileira.

"Continua sendo o Capitão Nascimento, continua sendo o baita do ator que você é, esquece essa coisa de política. Se não, a gente vai morrer ou vamos se matar. O Brasil é um só. Nosso povo é um só. Vamos deixar a política pra hora que tem que ser política, na hora da urna. Aí vota do jeito que você quiser", concluiu Ratinho.

Relembre as falas polêmicas 

Wagner Moura afirmou que o filme "O Agente Secreto" nasceu da perplexidade dele e do diretor Kleber Mendonça Filho com o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita no dia 4 de março, durante o talk show Jimmy Kimmel Live!, nos Estados Unidos.

O brasileiro, que disputou o Oscar de Melhor Ator pela produção, destacou que a obra é resultado direto do recente contexto político brasileiro. "Esse filme não teria acontecido se não fosse por causa dele", afirmou ao apresentador Jimmy Kimmel.

Durante a entrevista, Moura comentou a possibilidade de repetir um gesto irônico já feito por Kimmel em outra premiação, quando o apresentador agradeceu a Donald Trump por suas atitudes "ridículas". 

O ator sugeriu que a ideia precisaria de adaptações à realidade nacional. "Mas o nosso Trump está na prisão", disparou, ao se referir a Bolsonaro. Questionado sobre o sentimento de ver o ex-presidente responder judicialmente por uma suposta trama golpista, foi direto: "É uma sensação boa", declarou o protagonista de "O Agente Secreto".

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