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Pabllo Vittar contou que é gay para mãe aos 15 anos: "Nem surpresa ela ficou"

Redação/RedeTV!

(Foto: reprodução/Instagram)

Pabllo Vittar não viveu crise em família ao revelar a homossexualidade. Em entrevista à revista Marie Claire, a cantora falou sobre o momento em que abriu o jogo para a mãe, ainda na adolescência e garantiu que nunca beijou garotas. “Nunca tive namoradinha, não faz meu estilo, desde criança. Contei para minha mãe que era gay aos 15 e nem surpresa ela ficou. Sempre me apoiou, aliás, a família inteira, minhas irmãs também. Meu pai biológico não conheço”, explicou.

Embora se apresente como menina, a Pabllo mantém seu lado menino, o Phabullo. Questionada sobre modificar o corpo, ela é direta. “Não quero mudar nada. Se eu tivesse nascido uma pessoa trans, você acha que já não teria mudado tudo e estaria por aí, linda?”, disparou.

Por enquanto, a artista quer apenas manter o corpo saudável para suportar a rotina pesada de trabalho. “Só aprendi na prática que preciso me cuidar para ficar disposta. Antes não me alimentava direito e tinha uma vida sedentária. Quando o ritmo de shows apertou, vi que comer e dormir bem faz toda a diferença para dar conta da agenda corrida”, concluiu.

(Foto: reprodução/Instagram)

Em outro momento, a cantora explicou o que faz para manter a saúde e boa forma em dia. “Odeio ir para a academia, mas malho dia sim, dia não, nos quartos de hotel mesmo. e como o básico, privilegio proteínas e vegetais em vez de carboidrato. Não é sempre que consigo, mas tento!”, explicou.

Sobre a Pabllo, ela diz qual parte do corpo mais gosta. “Amo minhas pernas! Malho muito a perna e a bunda desde sempre, porque fiz balé clássico. Vou colocá-las no seguro”, brincou. Questionado sobre o Phabullo, a história muda de figura. “Da barriga! Amo usar top cropped, amo calor e pouca roupa”, afirmou.

As diferenças entre Pabllo/Phabullo vão além do aspecto físico. “Com a Pabllo me sinto forte. Consigo colocar meus sentimentos para fora e, ao mesmo tempo, me sinto protegida, como se meu alter ego fosse um escudo. Já o Phabullo é mais tímido. Só tenho uma vida e quero ser quantas pessoas quiser. As pessoas vivem conformadas, às vezes presas em suas cabecinhas. Ver tanta gente morrendo e sofrendo com intolerância e ódio só me faz ter mais vontade de viver, experimentar e lutar pelas coisas em que acredito”, opinou.

Veja também: Cachê de Pabllo Vittar salta de R$ 2 mil para R$ 50 mil

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