Marina Mantega rebate comentários sobre depoimento do pai: 'coloco a mão no fogo'
Publicada:09/05/2016 12:12:00
Redação RedeTV!

Foto: Reprodução/Instagram
Seguidores do Instagram da modelo e apresentadora Marina Mantega fizeram provocações em seu perfil da rede social após a notícia de que seu pai, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, foi conduzido coercitivamente pela Polícia Federal para depor pela sétima fase da Operação Zelotes, que investiga a manipulação de julgamentos no âmbito do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). O que alguns internautas não esperavam é que a artista responderia os comentários para defender o político.
"Polícia federal acordou o papai né? Me diga com quem tu andas que eu te direi quem és", comentou um seguidor numa foto de Marina de biquíni numa piscina. Rapidamente a apresentadora resolveu rebater. "Você sabe o que significa depor? É normal você quando tem um cargo como ele teve, ir depor para falar o que sabe ou não sabe. Não tem nenhum problema com isso".
Em seguida, diversos outros internautas começaram a alfinetar Marina por supostamente viver uma vida de luxo às custas do pai político. Por isso, a beldade saiu em defesa do pai, afirmando que não depende de seu dinheiro, pois trabalha e "tem um namorado rico", e ainda tem certeza que Guido não cometeria crimes. "Eu não mudei minha vida em nada, sempre foi isso que você vê aqui, 35 anos vivendo assim. O meu pai não roubou nem precisa roubar. A índole dele não permite. Agora ele depor qual problema?!", afirmou Marina.


Foto: Reprodução/Instagram
Alguns fãs do trabalho de Marina a ajudaram nos argumentos. "A menina não é o pai, e o amor de pai dela nunca vai mudar pelo trabalho que o pai dela fez ou fará", argumentou um seguidor.
A Polícia Federal quer apurar a ligação do ex-ministro com a empresa Cimento Penha – suspeita de comprar decisões do Carf. O órgão é a última instância de julgamento de recursos contra multas aplicadas pela Receita Federal.
Mantega já teve seus sigilos bancário e fiscal quebrados por ordem do juiz Vallisney de Souza Oliveira, responsável pela Zelotes, em novembro do ano passado. A finalidade era investigar a existência de ligações entre o ex-ministro e empresários beneficiados por decisões do Carf, uma vez que ele foi responsável pela nomeação de conselheiros do órgão no período em que foram identificadas as irregularidades. Para os procuradores do Ministério Público Federal (MPF), o “esquema complexo” de “venda de decisão” em julgamentos do Carf envolveu a nomeação indevida de um dos conselheiros.