Luana Piovani abre o jogo sobre orgasmo e prazer feminino: "Não preciso de ninguém para gozar"
Publicada:09/04/2026 12:36:00
Redação RedeTV!
Artista comentou sobre envelhecimento e como lida com marcas do tempo

(Foto: Reprodução/Redes sociais)
A atriz Luana Piovani refletiu sobre sexualidade e a chegada dos 50 anos em entrevista publicada nesta quinta-feira (9) pelo ‘O Globo’. A artista de 49 anos analisou dados sobre o prazer feminino e afirmou que prioriza a conexão emocional em suas relações.
A apresentadora comentou uma pesquisa que aponta a facilidade de mulheres atingirem o orgasmo sozinhas. Para a famosa, a satisfação individual é uma etapa já consolidada em sua rotina: "No sexo, o que menos estou procurando é o meu orgasmo. Não preciso de ninguém para gozar. Ninguém me faz chegar lá como eu. Nunca marquei, mas deve ser coisa de dois minutos. Com mão, vibrador... Já são muitos anos, a gente já está com a prática organizada. O que quero é me relacionar, ouvir, falar, beijar, cheirar, ser tocada, tocar, receber e dar colo, eu quero receber colo. Gozo é muito fácil".
A estrela também detalhou suas preferências físicas em parceiros durante a conversa. "Tenho essa coisa do braço, do peito, do músculo, um apego à forma física, que tento resolver na análise. Até elevei um pouco a faixa etária. Mas o negócio do corpinho ainda estou gostando. Preciso me sentir frágil", revelou.
Sobre o envelhecimento, a loira destacou como percebe a mudança no olhar do público ao entrar nos lugares. "Depois da separação e alguns namoros, voltei para o mercado e senti que o olho é diferente. Não estou falando da Luana famosa, mas da minha figura. As pessoas olham e pensam: 'Que moça bonita, elegante, que figura interessante'. Só que quando você é jovem, tem uma faísca que acontece quando o olho te acha. Hoje não tem a faísca, é só a constatação: 'Ela é bonita' Organizo isso dentro de mim porque sou analisada", disse.
Luana Piovani ainda comentou como lida com as marcas do tempo em seu próprio corpo. "Fui fazer uma foto para mostrar minhas pulseiras e vi minha mão cheia de manchas e ruguinhas. Falei: 'Caralh*!'. Mas sinto isso, e meu alarme, na hora, fala: "Opa, isso é armadilha, não vá por esse caminho". Aí eu volto, vejo que estou viva. Porque para não estar com a mão assim, tinha que ter morrido com 30", concluiu.
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