Juliette alerta sobre sinais de misoginia após condenação do assassino de amiga: "Não basta educar quem está morto"
Publicada:22/07/2026 20:17:00
Redação RedeTV!
Enfermeira neonatal foi morta com 34 facadas pelo ex-namorado em Fortaleza

(Foto:Reprodução/Redes Sociais)
A influenciadora e cantora Juliette Freire abordou a condenação do ex-namorado de sua amiga Clarissa Costa Gomes a 31 anos e quatro meses de prisão por feminicídio nesta segunda-feira (20), no Ceará.
A artista relembrou o assassinato da enfermeira neonatal, morta em 2017 com 34 golpes de faca em Fortaleza. O técnico em gestão ambiental Matheus Anthony Lima Martins Queiroz cometeu o crime por não aceitar o fim do relacionamento.
"O caso de Clarissa acabou, mas a cada palavra misógina, outros começam. E não basta condenar quem está morto e nem educar quem está morto. É preciso não tolerar tudo aquilo que ensina, justifica e alimenta essa violência, antes que ela encontre as mãos do próximo assassino", ressaltou a cantora.
A ex-BBB destacou que a história da vítima não pode ser esquecida e pediu mobilização contra comportamentos abusivos.
A ex-sister repercutiu uma declaração dada pelo réu no processo, na qual ele afirmou que o relacionamento era nocivo "apenas com palavras".
"A palavra que desacredita, que controla, que diminui, mas também aquelas palavras sutis, mascaradas de liberdade de expressão, vão legitimando a misoginia e o ódio às mulheres", disse Juliette.
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