Iza chora ao revelar que não amamentou a filha: 'Me senti menos mãe'
Publicada:08/05/2026 11:27:00
Redação RedeTV!
Artista explicou que o corpo não produziu leite após parto de 38 semanas
(Foto: Reprodução/Instagram/Youtube)
A cantora Iza chorou nesta sexta-feira (8) ao relatar dificuldades no processo de amamentação da filha, Nala, em entrevista ao programa "Cá Entre Nós". A artista explicou que não produziu leite suficiente após o nascimento da bebê, que ocorreu com 38 semanas de gestação.
A compositora admitiu ter enfrentado um período de cobrança pessoal intensa até aceitar o uso de fórmula láctea. Ela destacou que o corpo não estava preparado para a produção do alimento no momento do parto.
"Eu não amamentei a minha filha, porque não tive leite. A Nala nasceu com 38 semanas. Isso acontece muito, com várias mães: às vezes o neném vem antes do seu corpo estar pronto para produzir o alimento. Eu estava muito preocupada com a imunidade da minha filha, por achar que isso era uma responsabilidade minha. No pouco período em que amamentei, sofri muito, doeu para cacete. Tem gente que não sofre e é uma maravilha, encaixa na pega. Mas meu bico sangrava sempre", disse a profissional da música.
A carioca detalhou que a dor física persistiu durante as tentativas iniciais, com ferimentos constantes na região das mamas. A decisão de interromper as tentativas ocorreu para garantir que a criança não perdesse peso.
"Às vezes, a Nala estava com fome e ia sangrando mesmo. Isso durou durante um tempo, mas ela precisou se adaptar. Tive que dar a fórmula para ela, porque estava perdendo o peso e o meu leite não tinha descido. Nesse pouco tempo que ela amamentou, estava se amamentando do colostro. Eu estava com dor, meu leite não iria descer de jeito nenhum... por eu não seguir nessa saga do sofrimento da amamentação, me senti muito menos mãe", confessou a famosa.
A intérprete comparou sua realidade com a criação que recebeu de sua mãe, mencionando o privilégio financeiro atual em relação ao passado. Ela ressaltou que a estrutura profissional permite que foque no bem-estar da herdeira de um ano.
"Ao mesmo tempo, essa liberdade que eu tenho de poder ir [trabalhar], sabendo que minha filha vai se alimentar em paz, que não vai comer sofrida porque não é meu peito, isso foi muito bom. Mas, enquanto mãe, a gente se cobra. Às vezes é isso: a gente imagina uma trajetória do que que é a maternidade. Mas me sinto vitoriosa de poder criar a Nala da melhor forma possível, não estou preocupada com o que vai comer. Ela tem o melhor", concluiu.
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