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Após polêmica do filme "Chatô"

Guilherme Fontes: "Esse pesadelo, de me chamarem de aproveitador, acabou"

Redação/RedeTV!

Guilherme Fontes na série "A Lei" (Foto: divulgação)

Guilherme Fontes toca a carreira para frente após longa polêmica envolvendo o filme "Chatô, o Rei do Brasil", dirigido pelo ator.

Depois de 20 anos de produção envoltos em suspeitas de desvio de verba púbica, o longa foi lançado em novembro do ano passado.

Recentemente o Tribunal de Contas da União aceitou rever recurso contra o filme, que obrigaria Fontes a devolver R$ 50 milhões (corrigidos) aos cofres públicos.

"Esse pesadelo todo, de me chamarem de aproveitador, acabou. Espero que agora me usem como exemplo de como fazer as coisas direito", desabafou o ator em entrevista ao jornal "O Globo".

Finalizado esse sonho ruim, como o próprio artista se refere a "Chatô", Guilherme Fontes se dedica à série policial "A Lei", que tem previsão de estreia para o início do ano que vem, no canal por assinatura "Space".

Serão 10 episódios que contam a história do apresentador de TV Silas, interpretado por Fontes. Após uma rápida ascensão, o personagem se torna candidato a cargo público.

Enquanto isso os detetives Roberto Moreira e Soares, vividos por Ravel Cabral e André Ramiro, investigam o desaparecimento de várias garotas. A trama os leva até Silas e o irmão. O elenco da série contará ainda com Fulvio Stefanini, Mel Lisboa, Paulo Miklos e Jonathan Haagensen.

"São figuras comuns na nossa sociedade, mas nunca me imaginei fazendo um personagem assim. É impressionante como eles têm poder sobre o público. Para fazer o palhaço de "Chatô", me inspirei em Chacrinha e Silvio Santos, mas aqui me lembrei de Flávio Cavalcanti, muito popular nos anos 1960 e 1970", explicou o ator.

Em entrevista recente ao TV Fama, Guilherme Fontes falou sobre "Chatô" e avaliou que foi "vitimado pelo próprio personagem, que é a imprensa". Assista:

'Fui vitimado pelo meu personagem, que é a imprensa', diz Guilherme Fontes

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