"Gostaria de estar casada, com uma vida sexual": Baby do Brasil explica por que "não pode dar mole"
Publicada:14/04/2026 12:09:00
Redação RedeTV!
Ícone da música brasileira detalha conflito entre desejos pessoais e vida espiritual

(Foto: Reprodução/Youtube)
Baby do Brasil detalhou sua trajetória de fé e sua relação com a espiritualidade em entrevista ao podcast "Despensa Incomodar", divulgada neste domingo (12), além de falar sobre sua rotina atual.
A intérprete comparou sua experiência religiosa com vivências do passado, quando integrava o grupo Novos Baianos. Para a veterana da música, a prática espiritual supera qualquer substância utilizada durante o movimento de contracultura no Brasil.
"É apaixonante [falar sobre a Bíblia]. Começa milagre a rodo acontecer. Não tem LSD, não tem maconha, não tem nada que se compare ao espírito santo"
A ex-vocalista também comentou sobre sua vida afetiva, descrevendo-se como uma mulher de poucos relacionamentos. Historicamente, ela teve vínculos públicos com os músicos Pepeu Gomes e Nando Chagas, além do ex-jogador Casagrande.
A compositora explicou que sua posição religiosa atual exige critérios rigorosos para novos romances. Segundo ela, qualquer envolvimento pessoal impacta diretamente sua consagração espiritual e requer vigilância constante.
"Sou muito exigente, gosto de uma pegada bacana. Não é fácil. Eu já tentei dois casamentos, depois esse momento com o Casagrande. Os dois primeiros foram longos. O Nando Chagas é maravilhoso"
"Hoje, não é que eu esteja fechado, mas como estou no altar, é mais exigente. A brincadeira hoje é um pouco mais espiritual. Qualquer movimento que eu faça, estou mexendo com o movimento espiritual. Eu tenho que estar me consagrando sempre. Não posso dar mole. Existem muitos que trabalham contra"
"Claro, gostaria de estar casada, com uma vida sexual, mas é aí que pode morar o perigo"
Ao relembrar o passado com Pepeu Gomes, a estrela recordou o uso frequente de entorpecentes pelo grupo de amigos. Ela narrou situações domésticas em que precisava proteger o alimento dos filhos devido aos hábitos dos visitantes.
"O leite das crianças ficava guardado, trancado, porque sempre vinha alguém come [com larica]. Chegava uma hora que precisava jogar duro: 'se pegar no leite dos meninos de novo, vai acordar em chamas a casa'. Era muito engraçada, foi uma coisa gostosa que a gente pode viver"
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