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Filho de Claudia Leitte quase morre por meningite e cantora cita superação

Redação RedeTV!

Cantora relembrou período em que o primogênito contraiu meningite bacteriana

(Foto: Reprodução/Instagram)

Claudia Leitte relatou em entrevista ao podcast "Desculpincomodar" divulgada nesta terça-feira (28) os detalhes da internação do filho, Davi, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por conta de uma meningite bacteriana. O caso ocorreu quando o bebê tinha apenas três meses de vida.

A artista relembrou o momento em que percebeu a gravidade do estado de saúde da criança durante um deslocamento de carro. Na ocasião, o recém-nascido apresentou sinais de prostração física que serviram de alerta para a família.

"Eu carregava Davi nos braços, tirei ele da cadeirinha e coloquei no meu braço, e o pescoço dele estava meio mole. Nunca esqueço disso, porque ele sempre ficava com o pescoço duro olhando a janela, quando eu pegava ele para amamentar no carro ou alguma coisa fora do roteiro. Aí, tirei ele porque estava achando ele estranho. [Desde então] não conseguia mais sentar no canto da van", contou.

A experiência gerou um trauma que afetou o comportamento da famosa por anos. Ela explicou que evitava ocupar determinados lugares em veículos devido à associação direta com o dia do diagnóstico do primogênito.

Após identificar o bloqueio emocional, a intérprete decidiu confrontar o medo de forma deliberada. Atualmente, ela utiliza a situação como um exercício de resiliência e disciplina pessoal.

"Quando soube, falei: 'Pois agora eu vou sentar aqui sempre'. E eu só sento [ali], virou um toque agora", afirmou.

Durante o relato, a profissional detalhou como a superação da doença do filho impactou sua espiritualidade. Ela ressaltou que a vulnerabilidade vivida no hospital fortaleceu sua convicção religiosa e sua capacidade de enfrentar novas adversidades.

"Quando estou fraca é que estou forte", declarou.

A estrela reforçou que a memória do período de crise serve como um lembrete constante de que fases difíceis são passageiras. Segundo a loira, a conexão interna com a fé foi o fator determinante para atravessar o tratamento da criança.

"Vou lembrar disso, tenho uma cicatriz disso, mas quando estou fraca é que estou forte. Acredito mais em Deus, fico mais disciplinada na minha fé, mais dependente de Deus. A gente fica achando que é um coach, padre, pastor, pai de santo, que é alguém [que vai nos dizer o que fazer], mas Deus fala dentro da gente", refletiu.

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