Fã de Deolane Bezerra nega cachê em manifestação e defende a advogada: "Uma injustiça"
Publicada:23/07/2026 17:53:00
Redação RedeTV!
A defesa solicita prisão domiciliar para o ex-participante de reality show, porém o Ministério Público recusa

(Foto:Reprodução/Redes Sociais)
O apoiador Matheus Telhada rebatia acusações de ter recebido dinheiro para participar de uma manifestação em apoio a Deolane Bezerra na Avenida Paulista, em São Paulo, na última quinta-feira (23). O jovem concedeu entrevista ao vivo durante a exibição do programa Melhor da Tarde, transmitido pela Band.
A mobilização em favor da ex-participante de reality show ocorreu na terça-feira (21) e gerou rumores de que os manifestantes teriam sido pagos para comparecer ao local.
O criador de conteúdo negou qualquer tipo de financiamento para se juntar ao protesto público.
“Estão falando aí… eu assisti no Melhor da Tarde que, no auditório, falaram que eu recebi… o… algum apresentador aí também falou que ‘ah, deve ter recebido um pão com mortadela’. Eu não recebi pão com mortadela, eu não recebi dinheiro, não recebi suco, não recebi nada!”, disse.
O rapaz afirmou que a presença no ato ocorreu por conta da relação de amizade com a empresária. Ele revelou já ter frequentado a casa da família e passado festas de fim de ano ao lado da famosa.
“Eu fui em consideração a ela, conheço a pessoa dela, estive com ela várias vezes e passei até, inclusive, o meu Natal com ela e a família dela. Então eu tenho total carinho, respeito e confiança na palavra dela e das irmãs.”, contou.
Por fim, o entrevistado classificou a prisão preventiva da advogada como uma injustiça.
“Então assim, é… é uma injustiça o que está acontecendo.”, declarou.
A investigada segue detida preventivamente na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista desde 21 de maio por conta da Operação Vérnix. A investigação apura suposta lavagem de dinheiro e ligação com organização criminosa.
A defesa da ex-reality solicitou transferência para Sala de Estado-Maior ou prisão domiciliar. O Ministério Público de São Paulo apresentou parecer contrário aos pedidos.
O órgão relatou que a detenta desenvolveu síndrome do pânico e teme ficar sozinha. Além disso, um laudo aponta suposta perseguição por parte da delegada Maria Corsato.
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