Ex-Global troca o Rio de Janeiro por ônibus sem geladeira em Goiás
Publicada:11/08/2026 18:58:00
Redação RedeTV!
Antigo galã de novelas vive sem rede pública de energia e esgoto no centro-oeste
(Fonte: Reprodução/ Redes Sociais)
O ator Angel Ferreira, de 38 anos, trocou a rotina que levava no Rio de Janeiro por uma vida mais próxima da natureza em Cavalcante, no norte da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. O artista deixou a capital fluminense para morar em um ônibus adaptado.
O veículo passou por mudanças para se transformar em moradia e fica em um terreno sem acesso às redes públicas de energia e esgoto. Para lidar com a falta de estrutura convencional, o antigo contratado da TV Globo encontrou alternativas, como uma fossa feita com bananeiras.
A nova rotina do famoso também inclui abrir mão de itens comuns, como a geladeira, e cuidar de árvores frutíferas cultivadas na propriedade. Nas redes sociais, o rapaz mostra a residência, que reúne cadeira de praia, rede e filtro de barro.
Apesar da mudança para um local afastado, o gestor cultural não vive isolado. A propriedade fica a aproximadamente dez minutos de um centro urbano e ele mantém rotina de viagens com o espetáculo Sidarta, em cartaz em São Paulo.
“Minha casa está sempre aberta. Sempre chegam amigos, amigas. Às vezes o pessoal acampa por aqui. Recebo muitos artistas também. A casa acabou se tornando quase um espaço de cultura. Volta e meia alguém está de passagem, dorme aqui e seguimos convivendo. Então estou sempre acompanhado”
Conhecido anteriormente como Igor Angelkorte, o integrante do elenco de Além do Horizonte, Babilônia e Terra e Paixão também viveu um relacionamento com a atriz Camila Pitanga.
A alteração no nome ocorreu no fim de dois mil e vinte e quatro e fez parte de um processo pessoal de autoconhecimento. A fase coincidiu com o desabafo sobre a baixa procura pelo seu monólogo no teatro, o que acabou atraindo público.
“Fui experimentando outros heterônimos e brincando de assinar de outras formas. Comecei a brincar com meu nome e a de novo pensar que tem alguma coisa que morreu em mim nos últimos anos, algum estado de ser. Como uma lagarta que passa pela crisálida e se torna uma borboleta e já não se chama mais lagarta”
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