Ed Motta nega ofensas em restaurante e diz que se sentiu desprestigiado
Publicada:12/05/2026 18:23:00
Redação RedeTV!
Em depoimento, o compositor afirmou que arremessou objeto ao chão sem intenção de ferir
(Fonte: Reprodução/ Redes Sociais)
O cantor e compositor Ed Motta prestou depoimento na 15ª DP (Gávea) após se envolver em uma confusão no restaurante Grado, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, na última sexta-feira (2). De acordo com documentos obtidos pelo portal g1, o artista negou ter proferido ofensas ou tentado agredir pessoas no local.
O músico relatou à polícia que frequenta o estabelecimento há cerca de nove anos e possui o hábito de levar seus próprios vinhos. Segundo ele, o consumo elevado na casa sempre garantiu a isenção de taxas extras em visitas anteriores, inclusive em mesas com convidados.
Na data do incidente, o grupo portava sete garrafas de vinho, das quais apenas uma parte foi consumida. O conflito teve início quando o cliente notou a cobrança pelo serviço de abertura das bebidas na conta final.
“Para surpresa do declarante [Ed], foi cobrada a taxa de rolha; sentiu-se chateado e desprestigiado com o fato, tendo em vista que isso nunca ocorrera anteriormente”
Ao questionar o gerente, o profissional justificou que o valor foi aplicado devido ao número de pessoas na mesa. O depoente afirmou ter ficado extremamente chateado, levantando-se para deixar o recinto sob forte emoção.
“Ainda sob influência de emoção, pegou uma cadeira e arremessou-a ao chão, sem a intenção de acertar qualquer pessoa — a cadeira sequer danificou”
Durante a saída, o compositor alegou que seu porte físico causou um esbarrão acidental em uma mesa vizinha, derrubando a bolsa de uma cliente. Ele afirmou ter enviado mensagens ao sócio do restaurante ainda naquela noite para reclamar do atendimento recebido.
O investigado negou formalmente ter utilizado o termo “paraíba” contra qualquer funcionário, contestando a acusação de injúria por preconceito. Ele indicou três testemunhas que estavam presentes no jantar para corroborar sua versão dos fatos.
A delegada Daniela Terra, titular da unidade policial, deve ouvir nos próximos dias as testemunhas indicadas, o dono do restaurante e um homem envolvido no arremesso de uma garrafa. O caso segue sob apuração como lesão corporal e injúria.
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