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Defesa de Oruam apresenta laudo psiquiátrico após cantor se tornar foragido

Redação RedeTV!

Além de processo no Rio de Janeiro, músico é réu por disparo de arma de fogo em São Paulo

(Foto:Reprodução/Redes Sociais)

A defesa do rapper Oruam, de 25 anos, apresentou à Justiça do Rio de Janeiro um laudo médico atestando que o artista possui transtornos psiquiátricos. O cantor é considerado foragido há cerca de 20 dias, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar seu habeas corpus por descumprimento das regras do monitoramento eletrônico. A informação foi divulgada nesta terça-feira (24).

Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o relatório aponta que o músico está em acompanhamento médico para tratar um quadro de Transtorno de Ansiedade associado a Transtorno Depressivo Moderado. A estratégia da defesa surge em meio às buscas da Polícia Civil, que não localizou o artista em sua residência após a expedição do novo mandado de prisão.

A decisão de restabelecer a prisão preventiva foi tomada pelo ministro Joel Paciornik. O magistrado destacou que, em um período de 43 dias, a tornozeleira eletrônica de Oruam ficou descarregada 28 vezes, com interrupções que chegavam a dez horas, especialmente durante os finais de semana.

"Tal conduta compromete diretamente o controle estatal sobre a liberdade do acusado, inviabilizando o monitoramento de seus deslocamentos e frustrando a fiscalização imposta pelo Juízo", escreveu o ministro em sua decisão. Paciornik afirmou ainda que os episódios demonstram desrespeito à autoridade judicial.

Os advogados do cantor contestam o risco de fuga e alegam que os desligamentos do aparelho foram apenas "lapsos". A defesa argumenta que, em diversas ocasiões, a bateria ficou sem carga por menos de três horas e que muitas das falhas ocorreram enquanto o artista dormia ou durante viagens que haviam sido comunicadas às autoridades.

Oruam responde por tentativa de homicídio após um episódio ocorrido em julho de 2025, no Rio de Janeiro. Na ocasião, agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) cumpriam um mandado na casa do artista quando foram atacados com pedras lançadas de uma sacada. O Ministério Público sustenta que o grupo agiu assumindo o risco de matar os policiais. Além deste caso, o rapper é réu por disparo de arma de fogo em Igaratá, São Paulo, e responde por crimes como tráfico de drogas e resistência qualificada.

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