Atriz é hospitalizada em São Paulo após passar mal devido a dieta extrema
Publicada:01/06/2026 17:33:00
Redação RedeTV!
Criadora de conteúdo permanece internada e fará novos exames cardíacos

(Foto:Reprodução/Redes Sociais)
A atriz Joana Cabral foi internada no Hospital Sírio-Libanês, na cidade de São Paulo, no sábado (30), após passar mal devido a um quadro de hipoglicemia e hipotensão.
Os sintomas foram provocados por um jejum intermitente de 60 horas. A informação sobre o estado de saúde da paranaense foi divulgada pela revista Quem.
O procedimento estrito era realizado com o objetivo de eliminar cerca de cinco quilos. Antes de receber o socorro médico, a modelo desmaiou dentro de sua própria residência.
O episódio acendeu o alerta na equipe de saúde por se tratar do segundo apagão sofrido pela paciente em um intervalo de poucos meses.
A recorrência do sintoma mobilizou os profissionais do complexo hospitalar. O primeiro desligamento ocorreu quando Cabral não estava em dieta.
"Caí dentro de casa, mas ainda não sabemos a causa dos dois desligamentos. O primeiro aconteceu há alguns meses, quando não estava fazendo jejum nem dieta. Meus batimentos estão muito baixos, apesar de eu ter bradicardia sinusal. Minha pressão, que sempre foi baixa, está ainda mais baixa do que o normal", relata.
Os exames de sangue e a tomografia computadorizada de crânio apresentaram resultados normais. Por conta disso, os médicos decidiram ampliar a investigação com foco no sistema cardíaco para tentar fechar o diagnóstico.
A equipe clínica analisa outras origens para os apagões após descartar alterações neurológicas. Uma das hipóteses investigadas pelos profissionais de saúde é um quadro de estafa física ou mental.
"Os médicos ainda não estão convencidos sobre a causa. Se forem descartadas todas as possibilidades cardíacas, uma das hipóteses é um quadro de estafa física ou mental. O corpo pode desligar como um mecanismo extremo de defesa contra o estresse e a exaustão", explica.
A rotina da paciente foi suspensa temporariamente para a realização do acompanhamento hospitalar. Ela estuda interpretação no Teatro Bibi Ferreira e trabalha como consultora de imagem e estilo.
No passado, a bacharel em Direito já havia completado períodos de até 36 horas sem registrar nenhuma intercorrência. Diante do susto na capital paulista, ela descartou repetir a prática.
"Comecei com jejuns de 16 horas, depois 36 horas, e nunca tive nada. Agora tentei 60 horas. Minhas taxas seguem normais, vitamins, ferro, proteínas, tudo normal. Mas, independentemente da causa, nunca mais farei isso. Não vale o risco", avalia.
A paranaense segue hospitalizada sob monitoramento constante na instituição de saúde. Até o momento, o Hospital Sírio-Libanês não emitiu uma previsão de alta médica para a paciente.
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