Com cinco anos de história na escola, ela também foi eleita ao posto de Rainha na corte do Carnaval de São Paulo 2026
(Fonte: Divulgação/ Arquivo Pessoal )
A história da musa Pâmela Lacerda com a Mocidade de Alegre começou antes mesmo da estreia dela na escola em 2021. A dançarina profissional, sempre acompanhou a escola de perto: “Meu amor pela Mocidade Alegre é desde criança, acompanhando os desfiles pela televisão e tendo aquela marca registrada da Solange com todos os terços na mão”, revelou a musa em entrevista ao portal da RedeTV!.
Na adolescência, Pâmela entrou como passista na agremiação: “Não tem um dia que eu não vá, não frequente, não esteja de corpo e alma na quadra do Mocidade Alegre”. Hoje, aos 25 anos, além de sair como musa, também foi premiada no tradicional concurso da Corte do Carnaval de São Paulo 2026. “Foi um dia de cada vez, muitos dias de preparação, muito trabalho árduo pra poder sempre entregar o melhor”, iniciou.
“Ganhar foi uma realização, um mix de emoções. Eu tive apoio da comunidade, da minha equipe desde o anúncio, sonhamos juntos e também realizamos juntos, né? Ninguém faz nada sozinho, eu tive um apoio grandioso, do começo até o final desse processo e fez toda a diferença!”, completou Pâmela.
Além de representar a Mocidade Alegre na avenida, como Rainha da Corte, ela abrirá todos os desfiles da folia. “É um período intenso onde o cuidado dobra com o corpo, com alimentação, com o mental. Então a gente precisa cuidar bem do corpo pra poder aguentar a maratona dos eventos. São muitos ensaios e eventos que a gente tem que estar presente e aí o corpo tem que estar bem preparado”, declara a musa em relação a preparação para o desfile.
Pâmela afirma que não tem nenhum procedimento estético, mas que investe nos treinos, na sua imagem como um todo, e claro na fantasia. “Pensando em uma produção completa, vai um investimento mínimo de R$ 10 mil, pensando em fantasia, sandália e acessórios”.
A Mocidade Alegre apresentará este ano o enredo “Malunga Léa - Rapsódia de uma Deusa Negra”, homenageando Léa Garcia, uma das mulheres negras pioneiras no teatro e televisão brasileiro. “Cada papel que ela assumia era um ato de resistência [...] Eu me identifico com esse enredo por ter um sangue artístico, e sem dúvidas é de uma representatividade”.
“É um enredo de muita parceria e o pavilhão em si é muito unido, uma comunidade que se ajuda, então me identifico com esse enredo pelo sangue artístico e sem dúvidas pela representatividade. A sensação de entrar na avenida é mágica e assim como minha presidente, eu carrego um terço comigo durante o desfile e vou com fé que tudo dê certo”, finalizou.
Confira a partir da sexta-feira (13), a cobertura completa do Bastidores do Carnaval 2026, comandado pelo TV Fama ao vivo na RedeTV!.
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